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Alimentação
02/10/2017 Adoçante: qual usar?

Desenvolvidos originalmente para diabéticos, os edulcorantes, conhecidos como adoçantes, atualmente são substâncias usadas em vários produtos. são muitas as pessoas que consomem alimentos diet e adoçantes em uma tentativa de reduzir a ingestão de açúcar, normalmente com o objetivo de emagrecer. Mas, se usados em excesso, eles podem causar efeitos colaterais, como dor de cabeça, mal-estar, alterações de humor e diarreia.

Os adoçantes ou edulcorantes, são substâncias químicas, obtida de matérias primas naturais ou artificiais desenvolvidas pela indústria de alimentos. Entre os mais utilizados são: estévia, sorbitol, aspartame, ciclamato, sucralose e sacarina. Por causa dos efeitos colaterais, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estabeleceram limites para a ingestão diária de adoçantes artificiais.

Entretanto, há grandes dificuldades em quantificar o real consumo dessas substâncias, uma vez que elas estão presentes em vários alimentos ultraprocessados, como aqueles prontos para consumir ou aquecer, sem a indicação da sua quantidade. Vale, então, uma dica que, na verdade, vale para quase tudo: use com moderação!

Mas, diante de várias opções, qual adoçante usar? Para fazer a sua escolha é importe saber quais são os tipos e as características de cada um deles. Existem sete tipos de adoçantes liberados no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Confira quais são:

Sacarina: foi descoberta em 1879. Está aprovada para utilização em produtos industrializados e como adoçante de uso geral. Pode ser utilizada também em preparações assadas.

Aspartame: foi aprovado em 1981. Atualmente seu uso está liberado como adoçante de uso geral, mas não deve ser utilizado para alimentos que necessitem ser assados. Não pode ser utilizado por pessoas que contenham fenilcetonúria, pois um de seus componentes é a fenilalanina e a ingestão dessa substância deve ser controlada por pacientes com essa doença.

Acessulfame de Potássio (Acessulfame – K): Foi aprovado pela primeira vez em 1988. Geralmente aparece nos rótulos dos alimentos como: Acessulfame K, Acessulfame de potássio ou Ace-K. Em 2003 foi aprovado como adoçante de uso geral e intensificador de sabor em alimentos, sob algumas condições de uso. Pode ser utilizado como substituto do açúcar em produtos assados.

Sucralose: foi aprovada para utilização como adoçante de uso geral em 1999, sob algumas condições de uso. É encontrada em alimentos como produtos de padaria, bebidas, chicletes, gelatinas e sobremesas congeladas à base de leite. É um substituto do açúcar para produtos assados.

Neotame: a sua utilização foi aprovada em 2002, como adoçante de uso geral e intensificador de sabor de alimentos, mas possui condições para o seu uso. Pode ser utilizado como substituto do açúcar em produtos assados.

Estévia: produzida com as folhas de uma planta conhecida como Stevia, encontrada em alguns lugares da América do Sul. Seus testes foram realizados em 2008 e a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece seu uso. Pode ser utilizada como adoçante de uso geral e como substituta do açúcar para produtos assados.

Ciclamato: ciclamato foi um dos primeiros adoçantes descobertos, sendo que a sua aprovação também contou com a análise de inúmeros estudos científicos. Hoje, seu consumo é permitido em mais de 50 países na Europa, Ásia, América do Sul, Norte e África . No Brasil, é permitido também o uso de ciclamato. Pode ser utilizado como substituto do açúcar e para utilização em produtos assados.

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