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Gravidez na adolescência
Como se prevenir – métodos contraceptivos
Gravidez na adolescência

Como se prevenir – métodos contraceptivos

Como se prevenir – métodos contraceptivos

Dispositivo intrauterino (DIU), implante, pílula... São vários os métodos disponíveis para de evitar uma gravidez. Como funciona cada um? Qual o mais adequado? Preparamos uma lista com cada um dos métodos contraceptivos, mas vale lembrar que o ideal é que a escolha seja feita sob orientação do medico o médico. Esta escolha deve levar em conta tanto seu quadro e histórico clínico, quanto seus hábitos, estilo de vida e rotina.

DIU de cobre – Trata-se de um pequeno dispositivo de plástico revestido de cobre que é colocado no interior da cavidade uterina. Ele pode retirado se a mulher desejar engravidar. Vale lembrar que este método não provoca aborto!

DIU de progesterona – É um dispositivo intrauterino que libera hormônio dentro do útero. Ele deve ser inserido por um médico e é eficaz por até cinco anos, quando deve ser trocado. O dispositivo pode ser retirado a qualquer momento e pode ser utilizado durante a amamentação.

Implante – É um método de contracepção hormonal. Um pequeno bastão é inserido na parte interna do braço, embaixo da pele. Ele é eficaz por três anos. Neste período, inibe a ovulação e a menstruação pode ficar irregular ou até mesmo ser suspensa. O implante pode ser retirado a qualquer momento que a mulher desejar.

Injetável mensal – Estes anticoncepcionais injetáveis contém progesterona e devem ser aplicados de 28 em 28 dias, sem interrupções.

Injetável trimestral – Os anticoncepcionais injetáveis trimestrais também contém progesterona, mas trata-se de uma progesterona de depósito, por isso é aplicado de 90 em 90 dias. Eles podem causar a suspensão da menstruação. A fertilidade é restituída em um curto prazo de tempo após o término do efeito da injeção. Este método pode ser usado durante a amamentação, mais o uso só pode ser iniciado seis semanas após o parto.

Pílula de progesterona – Também chamada de minipílula, é um anticoncepcional oral feito apenas de progesterona. Tem poucas contra indicações, por isso pode ser usada por um universo grande de mulheres, inclusive aquelas que estão amamentando. Seu uso deve ser iniciado seis semanas após o parto.

Pílula combinada – Contém dois hormônios: estrogênio e progesterona. Elas devem ser tomadas diariamente no mesmo horário. A interrupção entre uma cartela e outra deve ser feita conforme orientação da bula. A pílula combinada é contraindicada para mulheres com mais de 35 anos, tabagistas e portadoras de enxaqueca com aura e não devem ser usadas durante a amamentação, pois interferem na produção do leite materno.

Pílula anticoncepcional de emergência (pílula do dia seguinte) – Deve ser usada somente em casos de emergência, até 72 horas após a relação sexual desprotegida. Ela evita a gravidez não desejada, impedindo ou retardando a ovulação e diminuindo a capacidade dos espermatozoides de fecundarem o óvulo. Ela não é abortiva e pode ser usada por qualquer mulher em idade fértil, mas não deve ser usada como rotina, pois tem eficácia diminuída.

Camisinha masculina e feminina – Os preservativos masculinos ou femininos devem ser usados em todas as relações sexuais, pois são o único método que também oferece proteção contra as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). As camisinhas funcionam como uma barreira, impedindo a passagem dos espermatozoides e são descartáveis, não devendo ser reutilizadas. Mas, atenção, não se deve usar os dois ao mesmo tempo, pois o atrito aumenta o risco de rompimento.

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